Recentemente, a Netflix disponibilizou o filme O Conto da Princesa Kaguya (2013) em seu catálogo. Era um título que eu queria assistir há tempos — inclusive, postei minha "jornada" com ele no Twitter.
Sinopse
Kaguya era um bebê encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Com o passar do tempo, ela se transforma em uma jovem bela e cobiçada por cinco nobres — entre eles, o próprio imperador.
O longa, dirigido por Isao Takahata (cofundador do Studio Ghibli), é, acima de tudo, lento. Os primeiros minutos beiram o insuportável (na minha opinião). Em contrapartida, os momentos finais são bons — na medida do possível.
A história da jovem Kaguya não conseguiu me envolver, nem me despertou empatia.
Ainda assim, reconheço que Takahata quis transmitir uma mensagem, mesmo que a execução não tenha funcionado para mim.
A verdade é que o filme poderia tranquilamente ter menos que suas 2h17min.
💬 Nota: estas são minhas "críticas" à história — é só a minha opinião.
Respeito quem aprecia o filme (e espero que façam o mesmo comigo)
Animação
Agora, sobre a animação... ela é impecável em todos os sentidos.
Do character design até o movimento, tudo é feito com extrema sensibilidade. Em vários momentos, o visual me remeteu diretamente à arte tradicional japonesa — o que combina muito bem com a proposta do conto.
Considerações finais
No geral, O Conto da Princesa Kaguya é um filme do qual eu esperava mais. Apesar da animação belíssima, o ritmo lento e a falta de conexão com a protagonista me afastaram da experiência.
Os bons minutos finais não compensam as quase duas horas anteriores.
Contudo, recomendo que assistam e tirem suas próprias conclusões. Pode ser que a experiência funcione melhor pra você do que funcionou pra mim.
Abaixo, vocês conferem uma review do canal Video Quest que ilustra, em boa parte, a minha opinião sobre o filme:
Até a próxima!

