Abaixo, selecionei 4 pilares dos animes de Battle Royale, que ajudam a entender melhor por que tantos acabam seguindo caminhos parecidos:
1. A falta de final
Isso acontece principalmente por conta da baixa popularidade ou, em grande parte, pelo fracasso nas vendas de blu-rays.
Um exemplo é Btooom!, que apesar de ser um bom anime dentro do gênero, vendeu pouco mais de 500 cópias na época de lançamento. O resultado? A obra nunca foi finalizada em anime.
Outros exemplos de títulos sem final são Tenkuu Shinpan e Gleipnir, que também deixaram os fãs na mão.
2. Qualidade de produção mediana
É comum notar animação inconsistente, design de personagens irregular e uma qualidade que, no máximo, chega a ser mediana. Claro, existem exceções, mas em geral a parte técnica não costuma ser o destaque.
3. O uso (excessivo) de fanservice
Alguns usam de forma mais moderada, mas muitos acabam apelando para o ecchi como chamariz. Exemplos não faltam: Gleipnir, Killing Bites e Tenkuu Shinpan são apenas alguns que abusam desse recurso.
4. A mediana (ou baixa) qualidade narrativa
As histórias muitas vezes não são tão bem trabalhadas e dependem demais da violência ou do choque para prender a atenção. Ainda assim, não significa que não possam ser divertidos — eu mesmo já me peguei entretido com vários títulos assim, mesmo reconhecendo suas falhas.
Conclusão
Apesar desses pilares que parecem persegui-los, os animes de battle royale continuam surgindo e conquistando público. Talvez porque, no fim das contas, a fórmula da sobrevivência extrema e dos confrontos até a morte sempre desperta curiosidade. Mesmo que o resultado final seja apenas mediano, quase sempre vale a experiência de conferir.